quarta-feira, 28 de setembro de 2016

AGORA É NA JUSTIÇA: ASPRA-PE ENTRA COM AÇÃO CONTRA O GOVERNO DO ESTADO

Sem diálogo, sem acordo. A Associação de Praças de Pernambuco (ASPRA – PE) não teve outra escolha, e acaba de ingressar na justiça com um Mandado de Segurança-Processo N° 0011653-92.2016.8.17.0000 (454606-1) contra o Governo do Estado, na figura do secretário de Defesa Social, por abuso de poder, ao promover a demissão de dez policiais da Guarda Patrimonial. 
Falcão - Diretor Financeiro, Sgt José Roberto - Presidente da ASPRA-PE
Eles foram dispensados “ex-officio”, por terem participado de passeata para melhorias de trabalho.
Segundo o presidente da ASPRA – PE, José Roberto Vieira, o governo não abriu canal de negociação, exonerou os companheiros, perseguindo e retaliando quem tenta negociar. 

“Estamos com o nosso jurídico voltado pra elaborar as denúncias de arbitrariedades a serem entreguem ao Ministério Publico, uma vez que tentamos solucionar essas questões de forma administrativas mais devido a falta de interesse do Governo em resolver, foi necessário procurar outros caminhos, A ASPRA- PE está preparando um dossiê detalhando a situação da Guarda Patrimonial; os desvios de funções e arbitrariedades que encontramos nas visitas que fizemos a diversos postos.
Num momento delicado em que a segurança pública vem atravessando no estado, os policiais são demitidos por solicitarem um salário justo?
Tais fatos refletem na INsegurança que estamos vivenciando, desabafa.

Entenda o caso:

Entre os meses de agosto e setembro, a Guarda Patrimonial vem realizando atos públicos para alertar a sociedade sobre as precárias condições de trabalho da categoria que está sem aumento salarial a oito anos e vem sendo desviada de suas funções. A Guarda é composta por policiais e bombeiros militares da reserva remunerada e têm a função de manter os patrimônios do estado seguros.

No entanto, para compensar a falta de efetivo da ativa, o Governo vem aproveitando a Guarda para outras funções, inclusive na segurança de presídios, sabendo-se da periculosidade da função e necessidade de treinamentos constantes para exercer tal função, fato que não ocorre com os policiais da guarda patrimonial, colocando inclusive a vida dos policiais e da sociedade em risco.
A insatisfação aumenta quando se compara a gratificação paga aos seguranças terceirizados que chega a R$ 4 mil, enquanto os Guardas recebem menos que um salário mínimo. 

A ASPRA-PE convoca todos os policias da guarda patrimonial que se sintam injustiçados a comparecerem na sede da mesma que fica na Rua Jornalista Paulo Bittencout, nº 31 Derby, final da rua da baixa verde, para que seja tomadas medidas jurídicas em ação conjunta. 

O Blog aconselha a participarem desta ação todos que clamam por justiça.
Não esperem acontecer, façam acontecer!! 

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