segunda-feira, 18 de julho de 2016

INVERSÃO DE VALORES: POLÍCIA VIRA BANDIDO E BANDIDO VIRA MOCINHO

Não é de hoje que a força nacional e os policiais de todo Brasil reclamam da falta de respaldo para as suas ações.
Satanizada por uma cultura de massa, torna-se impotente, refém da dúvida insuperável sobre como agir quando em confronto com criminosos.


Os últimos espisódios demonstram a gravidade do problema.

No primeiro, em frente a um hospital, houve enfrentamento com bandidos fortemente armados. Um deles foi baleado e caiu, na sequência, levou outro tiro, fatal. Mesmo sendo a decisão aparentemente
justificável pelas circunstâncias, o policial autor dos disparos foi execrado publicamente pelos "justiceiros sociais". Sobreviveu ao embate, porém sua vida nunca mais será a mesma em razão do estigma de "executor" que levará até o fim dos seus dias.

No segundo caso, um policial foi morto em uma ocorrência, quando em abordagem, agia com visível excesso de cautela no uso do seu armamento; justamente para não atentar contra a integridade do abordado; somente após ser atacado, efetuou um único disparo na perna do oponente, tudo ao agrado dos defensores do "politicamente correto", resultado: perdeu a vida.

Essa situação de impotência é resultado de um surto esquizofrênico do qual nossa sociedade perece. 
Doente, delira vendo o opressor e o oprimido em tudo; pautando todas as relações e condutas sob a ótica do delírio de que o marginal é vítima quando tomba em combate com a polícia.

A meta é sempre combater o "opressor", na visão delirante, o policial, e defender o "oprimido", o marginal, pois essa obsessiva luta de classes é mais importante do quê qualquer outra coisa.
Neste quadro, a autoridade é classificada sempre como opressora, enquanto o criminoso, tratado como "vítima da sociedade".

Assim, em qualquer situação de confronto entre policial e bandido, a autoridade sempre perderá, pois representa a opressão que deve ser combatida, na visão de muitos, fortalecendo assim as práticas criminosas. E aí temos uma inversão de valores. 
A OPRESSÃO ESTÁ MATANDO OS POLICIAIS
Partindo do princípio de que ninguém, em sã consciência, entra em jogo perdido, qual seria a solução para se preservar da execração da sociedade e penalidade máxima por parte dos órgãos competentes? "lavar as mãos", evitar o confronto, fazer o feijão com arroz? Ou seja , a omissão, ficando a população ainda mais vulnerável à criminalidade. 

O momento impõe união de forças, sociedade e poder público em prol de uma segurança pública eficiente que contemple uma polícia qualificada, treinada e bem armada, respaldada pela legislação e, principalmente, apoiada por seus superiores hierárquicos nas suas ações. 

Só assim os policiais terão tranquilidade e motivação para fornecer uma segurança pública de qualidade para a sociedade, elevando o Pacto Pela Vida ao mais alto patamar de excelência.


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3 comentários:

  1. excelente texto minha vereadora, faço questão de fazer campanha de graça pra vc.grande guerreira.vc é o orgulho da nossa corporação michele

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  2. Infelizmente o que você diz em seu texto é a realidade vivida por todos, policiais e demais agentes de segurança pública. O que acontece, é que a mídia juntamente com aqueles que estão no poder, e consequentemente se beneficiam dessa injusta situação, nada fazem para garantir àqueles que vão à 'guerra' diariamente, em busca de uma sociedade mais justa e organizada.
    Vivemos uma hipocrisia total, uma verdadeira inversão de valores. O certo tornou-se errado e o errado tornou-se certo.
    O slogan de nosso país deveria ser: Brasil, um país de tolos e não um país de todos, como ainda a pouco tempo era tratado.
    Nossa sociedade é levada/influenciada por uma mídia tendenciosa.
    Infelizmente...

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  3. Há algum tempo batemos nessa tecla. É preciso haver uma maior interação entre polícia e comunidade. Precisamos de políticas públicas no sentido de aproximar mais as instituições policiais dos cidadãos. A "Vizinhança Solidária", ou "Neighborhood Watch", é o caminho. Tanto para combater, muitas vezes, o preconceito e a discriminação com relação às polícias, quanto para mitigar os efeitos da violência urbana no momento em que todos seremos um, conectados e instruídos.

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