sexta-feira, 9 de outubro de 2015

CIOSAC SERTÃO: GOVERNADOR EXTINGUE A POLÍCIA DE ELITE DO SERTÃO!! VEJA A HISTÓRIA DA CIOSAC

Em publicação do Diário Oficial do dia 07 de outubro de 2015, o Governador do estado de Pernambuco extingue a Companhia Independente de Operações e Sobrevivência na Área de Caatinga- CIOSAC.


Depois de quase 20 anos de atuação no Sertão e no Agreste do Estado, o governo do Estado decidiu extinguir a Ciosac - corporação militar estadual vinculada à Polícia Militar de Pernambuco, e simultaneamente criar três novas organizações subordinadas à PMPE.

O Projeto de lei nº 494 do Governador Paulo Câmara (PSB) chegou, nesta quinta-feira (08/10), à Assembleia Legislativa, extinguindo a CIOSAC e criando outras organizações militares. 

Na mensagem de justificativa ao Legislativo, Paulo afirma que

a extinção da Companhia que atua na caatinga, companhia de tropa especializada criada para o combate à criminalidade organizada nas Regiões do Agreste e Sertão, é necessária para poder criar o Batalhão Especializado de Policiamento do Interior (BEPI), que assumirá as atribuições da Ciosac.
O BEPI será composto por três companhias, desmembradas nas macrorregiões da Zona da Mata, Agreste e Sertão do Estado.


Pelo texto do projeto de lei, ficam criados o 25º Batalhão de Polícia Militar (25º BPM), o Batalhão Especializado de Policiamento do Interior (BEPI) e 3ª Companhia Independente de Polícia Militar (3ª CIPM), todas Organizações Militares Estaduais da PMPE. O governador alega também na justificativa, que as criações do 25º Batalhão e da 3ª Companhia Independente são consequências de “estudos prévios para o combate mais acentuado à criminalidade organizada nos municípios de Moreno e Jaboatão dos Guararapes”, com destaque no território compreendido por Jaboatão Velho e adjacências, assim como no município de Goiana nas macrorregiões do Agreste e Zona da Mata.

Paulo assegura, na mensagem à Alepe, que a proposição não acarretará aumento de despesa com a tropa uma vez que o efetivo das novas organizações já integra a PMPE.

 Veja o Projeto de Lei Ordinária 494/2015



Art. 1º Fica extinta a Companhia Independente de Operações de Sobrevivência na

Caatinga – CIOSAC, Organização Militar Estadual (OME) da Polícia Militar de
Pernambuco, criada pela Lei nº 12.544, de 30 de março de 2004.

Art. 2º Ficam criadas as seguintes Organizações Militares Estaduais da Polícia
Militar de Pernambuco:

I - Vigésimo Quinto Batalhão de Polícia Militar - 25º BPM;

II - Batalhão Especializado de Policiamento do Interior - BEPI; e

III - Terceira Companhia Independente de Polícia Militar - 3ª CIPM.

Art. 3º O Anexo II da Lei nº 13.487, de 1º de julho de 2008, passa a vigorar
com a alteração constante do Anexo Único.

Art. 4º Esta Lei será regulamentada pelo Poder Executivo.

Art. 5º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.



Com a notícia da extinção da CIOSAC, revolvemos prestar uma singela Homenagem aos Guerreiros do SERTÃO, contando sua história Aguerrida!!



Surgia em setembro de 1997, através do BG. nº 173, um grupamento especializado em ações de comandos na caatinga com a denominação de Pelotões Especiais da Área de Caatinga (PEAC) , que posteriormente seria reconhecido como Companhia Independente de Operações e Sobrevivência na Área de Caatinga (CIOSAC), em 05 de maio 1998 e sediada no 2º Comando de Policiamento de Área do Interior em Serra Talhada-PE.


A companhia, CIOSAC, de fato foi criada através da Portaria nº 196 da Secretaria da Fazenda datada de 22/09/2004, tornando-se uma Unidade Operacional Especializada da PMPE.


No início da década de 90 o Sertão do Estado, especificamente os municípios de Serra Talhada, Salgueiro, Floresta, Belém do São Francisco, Cabrobó e Santa Maria da Boa Vista, passaram a sofrer uma onda crescente de assaltos a bancos, carros-fortes, ônibus e carros particulares, bem como o plantio e tráfico de Maconha, e o conflito entre famílias que geraram o terror no Sertão.



"Sessenta anos depois da morte de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, o cangaço voltou ao sertão. Agora, ele é comandado pelo tráfico e concentra sua atuação no que é conhecido como polígono da maconha, a região do vale do São Francisco que vive do cultivo da droga. A grande vítima do cangaço moderno é o sertanejo empobrecido pela seca, que, por necessidade ou amor à vida, rende-se ao crime. O velho rifle “papo amarelo” que Lampião usou por 22 anos, foi substituído pelo modernos fuzis AR-15 e M-16 e metralhadoras Uzzi".
(O Estado, 07JUN98)

A PMPE realizou nesta região diversas operações, algumas das quais apoiando as Forças Armadas, Polícia Federal e Polícia Civil, no entanto, existia uma grande dificuldade em encontrar os cangaceiros modernos, os quais eram conhecedores da inóspita região e filhos da terra, acostumados às adversidades do terreno.
QUEIMADA DE PÉS DA MACONHA- CIOSAC

Após inúmeras tentativas fracassadas da força policial em capturá-los, verificou-se a necessidade de formação de um contingente capaz de persegui-los,tendo a natureza como aliada e homens conhecedores do terreno. Ao término do mês de março de 1997, vislumbrando-se a necessidade da Corporação dispor de um grupamento de elevado preparo técnico em condições de combater eficazmente o banditismo no Sertão Pernambucano, fora determinado à DEIP, em conjunto com a 1ª CIOE, a elaboração de um curso de sobrevivência na caatinga, a ser ministrado aos efetivos dos 5º, 7º, 8º e 14º BPM, bem como aos da 1ª CIPM, de modo a treinar tal efetivo na utilização dos recursos naturais da região de caatinga, estabelecendo que o citado curso serviria de base para a formação dos futuros “Pelotões de Caçadores”, que seriam constituídos para emprego regular no combate à criminalidade no Sertão do Estado.
Estes teriam como atividade precípua a captura dos criminosos que se articulavam e praticavam crimes no interior das caatingas.

O Comando da 1ª CIOE iniciou os estudos necessários à realização da missão. Logo se verificou que o curso não poderia limitar-se a sobrevivência na caatinga e que deveria possuir um currículo para que habilitasse os Policiais Militares a cumprir missões com elevado preparo técnico, tático, físico e psicológico, de modo a prepará-los para a utilização dos recursos naturais da caatinga, bem como a realização de qualquer missão especial de caráter Policial Militar, inclusive o de sobrevivência na Caatinga por dias e noites em busca dos criminosos.
Com a conclusão do planejamento, surgiu em Abril de 1997 a denominação de Curso Intensivo de Operações de Sobrevivência na Área da Caatinga – CIOSAC, com duração prevista de 03 (três) semanas e currículo composto de 14 (quatorze) matérias, com duração total de 170 horas-aula. Fariam parte das disciplinas:

Treinamento Físico Militar; Armamento e Munição, Tiro Policial, Técnicas de Abordagens, Ofidismo, Montanhismo, Transposição de Cursos D’água, Instrução Tática Individual, Agentes Químicos, Comunicações, Entorpecentes e Drogas Afins, Operações Ribeirinhas, Primeiros Socorros, Operações e Sobrevivência na Caatinga.

Em 13 de maio de 1997, a Nota Complementar de Instrução Nº 006/97 – DEIP designou o CFAP como órgão responsável pela supervisão e ensino do CIOSAC. Em 20 de maio de 1997, a Portaria do Comando Geral nº 510 cria oficialmente o CIOSAC. Na mesma data a Portaria nº 510 aprova o currículo do curso, tendo a Portaria nº 512 designado instrutores e monitores do Curso. O BG nº 126, de 11 de julho de 1997, publica a Portaria do Comando Geral nº 748, de 04 de julho de 1997, designando o então Cap PM Vanildo A. Maranhão (atual Senhor Coronel, Diretor da DIM) e o então 1º Ten PMPE José Soares de Morais (atualmente Major), para os encargos de Coordenador e Secretário da CIOSAC, respectivamente.
O CIOSAC estava oficializado e possuía currículo, bem como planilha de custos, entretanto sua efetivação passou por inúmeros obstáculos administrativos, financeiros e operacionais, inerentes à realização de um curso pioneiro.

Em agosto de 1997 a corporação passou a ser comandada pelo Exmº. Sr. Cel PMPE GUSTAVO JOSÉ MONTEIRO GUIMARÃES, que adotou o CIOSAC como uma das prioridades de seu comando, determinando à DEIP que desenvolvesse os esforços necessários para a realização do curso, com início previsto para o mês de Setembro.

Em setembro de 1997, através do BG 173, foi criado os 1º e 2º Pelotões Especiais de Ações na Caatinga (PEAC), no mesmo boletim foi instituído o Curso Intensivo de Operações e Sobrevivência na Área de Caatinga (CIOSAC). Inicialmente apresentaram-se à Coordenação do CIOSAC, para os exames seletivos, 06 (seis) Oficiais e 140 (cento e quarenta) Praças, oriundos das OME do CPA-I/2, 1ª CIOE, BPChoque, CIPOMA, CANIL e CBMPE, sendo selecionados 58 (cinqüenta e oito) candidatos, os quais foram divididos em duas turmas – o 1º CIOSAC, com policiais oriundos do 3º, 5º, 7º e 8º BPM, realizou-se no período de 09 a 23 de setembro de 1997 e o 2º CIOSAC, com policiais do 14º BPM, 1ª e 2ª CIPM, realizou-se no período de 01 a 22 de outubro de 1997, tendo sido declarados “GUERREIROS DE CAATINGA” 04 (quatro) Oficiais e 44 (Quarenta e Quatro) Praças, oriundos da PMPE e CBMPE.
Ao término do curso da 2ª turma os policiais das OMEs da área da GAPI-2 foram apresentados ao 2º Comando de Policiamento de Área do Interior a fim de integrarem os 1º e 2º PEAC (Pelotões Especiais de Ações na Caatinga) para iniciar as atividades, não tendo estrutura administrativa ou orçamentária, iniciando-se com armamentos e viaturas cedidas pelas OMEs da GAPI-2.
Sendo a área mais crítica a de Belém do São Francisco, que se tornou o cenário das primeiras operações, o deslocamento era realizado até Belém do São Francisco por meios próprios, raramente havia uma viatura para levar os componentes. Para se cumprir o serviço as OMEs sempre disponibilizavam as piores viaturas, que na maioria das vezes estavam quase sem condições de uso (sem partida, freios ruins, suspensão, etc.).

Dos Oficiais formados no 1º e 2º CIOSAC, o então Ten PM Dario Lucas Ângelo da Silva ( atual Major RR), mais antigo, tornou-se o 1º Comandante do PEAC, no entanto não se tinha ninguém na parte administrativa, todo o efetivo era utilizado na atividade precípua, isto é, no combate a criminalidade.
Em 07 de novembro de 1997 o BG n.º 208 publicou a Portaria do Comando Geral n.º 1.103, de 31OUT97, determinando a realização do III CIOSAC.

À época o Cap PM Ildefonso Afonso Elias de Queiroga, formado na 1ª turma de 1998 (3ª turma do CIOSAC), era o comandante, o qual havia iniciado a parte administrativa, sediado no CPA/I-2, na Rua Cel. Cornélio Soares, 651, Centro, Serra Talhada.

Com o êxito das turmas anteriores e o reconhecimento a nível nacional, o Comando Geral recebeu 65 solicitações de vagas pela FAB (Força Aérea Brasileira) e Polícias Militares dos Estados da Paraíba e Ceará, sendo os exames seletivos dos candidatos realizados em janeiro e fevereiro de 1998. 
A III turma do CIOSAC foi efetivada no período de 16 de março a 02 de abril de 1998, sendo composta por Oficiais e Praças oriundos da FAB, PMPE e PMPB.

Através do Ofício n.º 280/98-SEC/CPI (atual DGO), datado de 03 de junho de 1998, o PEAC, o qual havia sido criado em setembro de 1997 através do BG nº 173, passou a receber a denominação de Companhia Independente de Operações e Sobrevivência na Área de Caatinga – CIOSAC.

A partir da IV turma do CIOSAC, o curso passou a ser de responsabilidade dos Guerreiros de Caatinga já formados nas 1ª, 2ª e 3ª turmas do CIOSAC.
Em 1999, o Cel PMPE Quintino, Comandante do CPI, com a ideia de realizar estágio para todos os Soldados recém formados, os quais haviam ingressado na corporação no ano anterior, resolve enviar todos os policiais que iriam trabalhar nas OMEs da GAPI-2, para um estágio na CIOSAC. 

O Comandante da CIOSAC, em entendimento com os escalões superiores, chega à conclusão que seria melhor a realização de cursos ao invés dos estágios. Vários policiais desistiram dos cursos, pois não eram voluntários, tendo sido formados no 4º CIOSAC (1º/99) 24 oficiais e 66 praças da PMPE.
Na 5ª turma do CIOSAC (2º/99) foram formados 04 praças da PMPE.
A 6ª turma do CIOSAC (3ª/99) foi declarado Guerreiro de Caatinga apenas um Policial Militar de Pernambuco, no entanto foi formado juntamente com a 4ª turma de 1999 em virtude de ter sido o único que ficou após a preleção do Coordenador do Curso, o qual explicava como seria o curso, sendo a maioria dos policiais presentes na referida explanação contrários a vinda para o curso onde não eram voluntários, desistiram antes do início, ficando impossibilitado de realizar o curso com apenas 01 PM, tendo o mesmo retornado e concluído na 7ª turma CIOSAC (4ª/99) onde foram formados 17 praças da PMPE.
Na 8ª turma do CIOSAC (5ª/99), foram declarados guerreiros de caatinga 20 policiais militares entre Oficiais e Praças da PMPE e CBMPE.
Na 9ª turma do CIOSAC (6ª/99) foram formados 11 praças da PMPE.
Sendo assim encerradas as 06 turmas do ano de 1999 nas quais foram formados 01 Major, 02 Capitães, 19 Tenentes, 04 Sargentos, 05 Cabos e 45 Soldados, totalizando 76 novos guerreiros de caatinga. Na época era comandante da CIOSAC o então Cap PM Alfredo Wanderley de Carvalho (atualmente Ten. Coronel).

Com o término dos cursos e em virtude da região do agreste está apresentando um elevado índice de criminalidade, talvez por haver uma maior concentração de operações no sertão, com grande atuação da CIOSAC, os criminosos do Sertão do Estado começaram a migrar para outros Estados e para outras regiões de Pernambuco, fazendo-se necessária a atuação desse tipo de policiamento na zona da Mata e no Agreste de Pernambuco. 

O Comandante do CPI solicitou ao Exmº Sr. Comandante Geral da PMPE que fosse inaugurado na sede do CPAI-1, um grupamento do CIOSAC, tendo sido efetivado na dia 23 de junho de 1999, formado inicialmente por duas equipes operacionais, sendo comandada pelo Cap PM Queiroga.
Iniciava-se, assim, a abrangência da CIOSAC em quase todo o estado, tendo inclusive por diversas vezes se deslocado para a capital, para policiamentos ostensivos, etc..

Em 2000, considerando a necessidade do aumento de efetivo e a procura de inúmeros policiais pelo curso, com o objetivo de pertencer as fileiras da companhia, foi realizada a 10ª turma do CIOSAC em 2000.
A turma teve início em 13 de março de 2000, sendo iniciado com 87 alunos dos quais 67 foram declarados guerreiros de caatinga em 29 de março, tendo entre os concluintes, praças da Força Aérea Brasileira, Exército Brasileiro e 67 da 
Polícia Militar da Paraíba, tendo logo após a conclusão dos novos guerreiros de caatinga, um dos concluintes, o Cap Marcos Vinícius Barros dos Santos assumido o comando da CIOSAC, permanecendo até abril de 2003, quando assumiu o 1º Ten PM Figueiredo. No Agreste o Cap PM Queiroga já havia passado o comando para o Ten Bantin, este para o Ten Abílio.
Em 2004, o tão esperado sonho de muitos em ver uma unidade totalmente independente, começa a florescer. Em documento oficial, assim se pronuncia o Governo do Estado:

O GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO: 
Faço saber que a Assembléia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte Lei:...Art. 4º Ficam criadas as seguintes Organizações Militares Estaduais – OMEs da Polícia Militar do Estado de Pernambuco:... V – Companhia de Operações de Sobrevivência na Caatinga.
(DO, 31MAR04).

Com o advento da Lei nº 12.544, de 30 de março de 2004, publicada no Diário Oficial de 31 de março de 2004, que fixa o efetivo da Polícia Militar de Pernambuco, e dá outras providências, como a criação de várias unidades, algumas delas já implantadas há algum tempo como a CIOSAC, fica definido então o nome da OME, que fica com o nome de Companhia Independente de Operações na Caatinga, porém com a mesma sigla CIOSAC, fica também unificada, onde CIOSAC sertão e agreste passam a ser apenas CIOSAC, porém restava agora, uma sede própria, um local onde todos os guerreiros de caatinga sentissem que estava em sua própria casa, no seu lar, as propostas existentes não eram muitos, cogitava-se uma sede doada pela CHESF, próximo a Itaparica, a distância era grande, ficaria descentralizada, sendo assim, não foram envidados esforços.
SEDE ATUAL
Agindo nos 170 municípios, sendo subordinada diretamente ao CPE, seja no combate ao crime organizado, tráfico e plantio de entorpecentes, bem como nas mais adversas missões (conflitos entre famílias, assaltos a bancos, carros-fortes, autocargas, ônibus, etc.), as atuações da CIOSAC tornaram-se imprescindíveis, cumprindo eficientemente todas as missões que lhe são confiadas, nunca abúlica em bem servir e proteger a sociedade pernambucana.

Estava sendo Comandada pelo Ten. Coronel Jamerson.
Ten.Cel. Jamerson ( à esquerda )

PARABÉNS AOS GUERREIROS QUE FIZERAM HISTÓRIA NO SERTÃO E NO BRASIL.

SERTÃO!!!!!!








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4 comentários:

  1. Bom dia gostaria de saber se pm feminina pode entrar no grupo ciosac?

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    1. Não não, mulheres não podem fazer parte da CIOSAC.

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  2. Quem usa óculos pode se alistar na ciosac

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    1. Seja bem-vindo ao Blog guerreiro; respondendo sua pergunta: Pode sim, desde que consiga passar em todas as etapas exigidas.

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